Após a coletiva de imprensa, três perguntas objetivas permanecem:
- Se a crise na saúde existe desde 2022, por que ela é apresentada como um problema recente? Quais ações concretas foram adotadas desde então para mudar essa realidade?
- Se, na transição de novembro de 2024, já era conhecido um déficit estimado de R$ 90 milhões para 2025, e hoje se fala em um déficit de R$ 140 milhões, a diferença corresponde a aproximadamente R$ 50 milhões em 2026? É essa a interpretação correta dos números?
- Durante a análise de documentos realizada pela atual gestão, foi encontrado algum indício de corrupção ou de irregularidade que justificasse o encaminhamento aos órgãos de controle e investigação?
Questionar não é atacar. Buscar respostas claras é um dever de quem acredita na transparência, na responsabilidade e no respeito à população.


